Na maior parte dos casos, basta você enquadrar o assunto, disparar e, indiferente das cores dos objetos em cena e da situação de luz, a foto sairá bem exposta. A façanha se dá graças ao sistema de medição de luz interno da câmera que, ao clique do obturador, lê as tonalidades dos objetos e programa a melhor forma de captura.
Mas algumas composições podem confundir a fotometria da câmera e produzir resultados menos realistas. Acontece mais frequentemente nas paisagens de neve, ou mesmo de praia quando a areia clara se estende pela maior parte do quadro. Também os closes de simpáticos ou sinistros animaizinhos totalmente brancos ou totalmente pretos desafiam o desempenho das câmeras.

Nessas situações, alterar o método de medição da câmera será providencial, porque diferentes métodos levam a diferentes leituras de uma mesma cena, de forma a interpretar mais corretamente o que a objetiva tem pela frente. São três os métodos mais comuns: o que avalia a cena e determina a melhor exposição considerando o todo, o que analisa toda a cena mas dá mais importância ao que está no centro do enquadramento, e o que não faz a leitura de toda a cena, mas apenas de pequena área, normalmente o centro. Seus nomes variam, de fabricante para fabricante.
Se sua câmera possui mais de um método e permite que você selecione qual deverá ser aplicado, leia o manual para entender como cada um deles funciona e tire proveito de mais esse recurso para garantir o sucesso de suas fotos.
